Após o AVC: vida em sociedade

VIDA EM SOCIEDADE

Existem cerca de 26 milhões de pessoas em todo o mundo que convivem diariamente com as sequelas de um acidente vascular cerebral (AVC). É conhecido que o AVC pode ocorrem com qualquer pessoa da sociedade, em qualquer local, podendo ser fatal ou deixando sequelas.
De acordo com a Stroke World Organization, existe um grupo de ações que pode melhorar o prognóstico após o AVC, sendo composto de 3 pontos principais: a conscientização, o acesso e a ação.


 Quanto melhor o prognóstico do paciente, menos debilitado ele ficará após o ocorrido.
Muitas vezes, o AVC acarreta em sequelas, debilitando o paciente em questão e exigindo da comunidade médica, outra postura com os acometidos. De acordo com as Diretrizes de atenção à reabilitação da pessoa com acidente vascular cerebral, realizadas pelo Ministério da Saúde, a pessoa com alterações funcionais pode ser atendida em uma unidade ambulatorial e requer atendimento interdisciplinar, contemplando assistente social, enfermeiro, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, médico, nutricionista, psicólogo e terapeuta ocupacional, além de avaliação clínicas e instrumentais especializadas.
O apoio emocional por parte das famílias é essencial, visto que a reabilitação e reinserção dessas pessoas no sociedade é um processo longo e difícil, a sociedade brasileira e o SUS ainda não estão plenamente habilitados a dar o suporte necessário para as pessoas com alterações funcionais.



Referências:

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Diretrizes de atenção à reabilitação da pessoa com acidente vascular cerebral / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – Brasília : Ministério da Saúde, 2013. 72p. : il.

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